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segunda-feira, maio 30, 2005

O que lê um percevejo? 

O Percevejo acordou, após a ausência prolongada em que nos obrigou a viver.
Vingo-me dele e da sua natureza hibernativa passando-lhe o maldito.
Zé Beata, castigo-te com um questionário essencialmente sintético.

domingo, maio 29, 2005

Sou Eu... 

Vivo na esperança de nunca
Vejo tudo pelo lado

espero... espero... espero...

Ter razão
Mau e

(Hoje passei por aqui... talvez amanhã)

quarta-feira, maio 18, 2005

O Maldito 

Porque ontem a chafarica fez um ano, e porque não gosto de recusar convites do ctx, respondo ao maldito questionário em jeito de prenda de aniversário.

Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
A Obra Completa de Fernando Pessoa ortónimo e heterónimo, se tal livro existisse.

Já alguma vez ficaste apanhado por uma personagem de ficção?
Por tantas que não posso escolher uma, mas as que causaram o primeiro forte impacto foram as personagens de 'Húmus' (de Raul Brandão).

Qual foi o último livro que compraste?
'Portugal, Hoje - O Medo de Existir' (de José Gil).

Qual foi o último livro que leste?
'Elizabeth Costello' (de J. M. Coetzee).

Que livros estás a ler?
Estou sempre a ler 'Perturbação' (de Thomas Bernhard) e tudo o que tenho de Fernando Pessoa.
No quarto tenho 'Cadernos do Subterrâneo' (de Dostoievski), comprado ao Jorge.
No trabalho, tenho 'Alta Fidelidade' (de Nick Hornby), oferecido pelo Vincent.
Na mala, tenho 'Portugal, Hoje - O Medo de Existir' (de José Gil), comprado ao patrão.
Recomecei ontem, na sala, 'O Bailado' (de Teixeira de Pascoaes), comprado ao ex-patrão.

Quatro livros que levarias para uma ilha deserta:
'Heart of Darkness' (de Joseph Conrad).
'Depeche Mode - Lyrics and biography'.
'Iniciação à Pesca'.
'A Tentação de Existir' (de E. M. Cioran).

3 pessoas da blogosfera que convidas a tornar públicas as suas leituras neste questionário
Não vou passar o maldito a ninguém.

domingo, maio 08, 2005

#4 Cadelinha Andaluza 

Terrível, o pesadelo: os carochos de Alfama, deitados no chão, falam-me em alemão e enviam-me constantemente para casa livros de Schopenhauer e Nietzsche adulterados com bonequinhos e mensagens crípticas escritas em linguagem SMS. Mas, o pior: olho para ti e, como num espelho, é o meu rosto que vejo, terrível.






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